Software, algoritmos e inspiração no beisebol: a empresa que encanta Roger e chegou ao Palmeiras

Na semana passada, o Palmeiras fechou uma nova parceria para incrementar seu Centro de Inteligência. O clube firmou um acordo com a empresa equatoriana Kin Analytics, idealizadora de um software inovador de análise de desempenho.

A ferramenta foi um pedido do técnico Roger Machado, e tem funcionalidades diferenciadas das concorrentes do mercado.

Por exemplo: um algoritmo que calcula variáveis e métricas como o tempo de recuperação de posse de bola da equipe, o tempo que a bola fica com o time por setor do campo e quanto tempo cada jogador fica com a bola, só para citar alguns.

Será a segunda vez que Roger trabalha com a Kin Analytics, já que o treinador usou o serviço durante seu período à frente do Grêmio, em 2015 e 2016, ajudando a montar a equipe que conquistaria a Copa do Brasil em 2016 e a Libertadores em 2017.

A empresa equatoriana diz que o pedido feito pelo comandante do “Verdão” é “motivo de orgulho“.

Saber que um técnico como o Roger gosta do nosso software nos faz entender que estamos no caminho certo e nos motiva ainda mais a melhorar. Nossa função é aliar as partes estatísticas e matemáticas com um sistema de colisão de dados. O objetivo é extrair o máximo possível de inteligência dos dados e aplicá-los no futebol”, explicou o CEO Andrés Pérez.

É um orgulho para nós termos o Palmeiras como um parceiro. Estou tendo a chance de conhecer a estrutura, o elenco, os profissionais em geral e é uma grande honra poder fazer parte de alguma maneira desta grande instituição“, completou.

O Atlético-PR é outra equipe brasileira que trabalha com o software equatoriano.

SERVIÇO BANCÁRIO VIROU ‘BÍBLIA’ NO FUTEBOL

Antes de enveredar pelo mundo do futebol, a Kin Analytics trabalhava em um ramo muito diferente: os serviços bancários.

Quando foi fundada, a companhia desenvolveu um software para atuar principalmente em análise de risco, avaliação de crédito, automatização de processos e serviços financeiros em geral.

No entanto, logo os fundadores da empresa perceberam que os algoritmos que haviam desenvolvido também poderiam ser aplicados ao mundo do esporte. Após testarem em outras modalidades, chegaram ao futebol por meio de Roger e do Grêmio.

O trabalho da Kin Analytics usa números e estatísticas normalmente aplicadas em outros esportes para determinar uma série de situações e possibilidades no futebol, que aí são usadas pelo treinador da maneira que achar melhor.

No beisebol e no basquete já se usa muito a análise de estatísticas, na maioria das vezes com foco em melhorar o rendimento dos jogadores e desenvolver estratégias de jogo de acordo com o adversário. No futebol, ainda não foi descoberta uma maneira de alcançar o máximo potencial dos números, mas estamos trabalhando nisso“, ressaltou Andrés Pérez.

Em seu site oficial, a empresa equatoriana diz que seu programa oferece seis tipos de serviços diferentes para serem usados por equipes de futebol. São eles:

– Avaliação de jogadores através de estatísticas e projeções

– Análise de adversário: avaliação de qualidade e preparação de estudos

– Monitoramento analítico de desempenho de jogadores

– Serviço de aconselhamento e análise para treinadores, olheiros e jogadores

– Projeções para atletas de categorias de base e aconselhamento analítico

– Otimização de sessões de treinamento e monitoramento de saúde

– Análise de transferência de jogadores, com simulações de situações “e se…

Com isso, Roger pode usar os programas da Kin Analytics tanto para preparar a formação e a tática de seu time para os jogos quanto para otimizar os processos de treino através do uso de dados e estatísticas extraídos dos softwares.

Muitas decisões no esporte são tomadas com base em intuição e experiências passadas, e isso funciona até certo ponto. Mas devemos lembrar que no mundo atual temos os dados, e você tem que saber trabalhar com eles. As suas próximas decisões devem ser guiadas pelos números, e é isso que tentamos buscar“, definiu José Luis Álvarez, co-fundador da empresa.

Fonte: ESPN por Francisco De Laurentiis

Pais que não disciplinam os filhos terão que sustentá-los a vida toda – Içami Tiba

Içami Tiba foi um médico psiquiatra, colunista, escritor de livros sobre Educação, familiar e escolar, e palestrante brasileiro. Professor em diversos cursos no Brasil e no exterior, criou a Teoria da Integração Relacional, que facilita o entendimento e a aplicação da psicologia por pais e educadores.

Em trecho do seu livro Pais e Educadores de Alta Performance, Içami Tiba fala de como pais que não impõem regras e disciplinas aos filhos, geram adultos que serão sustentados pelo resto da vida.

Içami Tiba elaborou 31 frases que todos Pais devem questionar se estão agindo de tal forma:

1. Fazer pelo filho o que ele próprio pode fazer sozinho;

2. Deixar de cobrar obrigações que ele tem de cumprir;

3. Engolir contrariedades, respostas mal-educadas, desrespeito aos outros;

4. Permitir que o filho imponha suas vontades inadequadas a todos;

5. Concordar com tudo o que o filho faz e diz só para não contrariá-lo;

6. Acreditar que “o filho não mente” ou “ele nem sabe o que faz”;

7. Permitir que o filho gaste o dinheiro do lanche em outras coisas;

8. Assumir para si as responsabilidades sobre o que o filho faz;

9. Silenciar quando percebe que o filho falsificou a assinatura dos pais;

10. Repetir muitas vezes a mesma ordem;

11. Dar tapas ou “surras pedagógicas”;

12. Ser conivente com suas delinquências;

13. Aceitar notas baixas, tarefas feitas de qualquer jeito;

14. Terceirizar a educação dos filhos;

15. Ignorar o lixo que o filho jogou no chão;

16. Permitir que os filhos dentro de casa façam o que não devem fazer no ambiente social;

17. Incentivar a tirar proveitos pessoais de qualquer vantagem que tiver;

18. Justificar as falhas dos filhos como erros dos outros;

19. Tolerar mentiras, traições, pequenos furtos etc;20. Minimizar o cumprimento de regras, ordens e combinações estabelecidas;

21. Inventar desculpas por falhas próprias;

22. Mudar as regras existentes para favorecer os filhos;

23. Permitir que experimentem drogas;

24. Fingir que não percebeu a ingratidão e o abuso que os filhos cometeram;

25. Instigar superioridade religiosa, financeira, familiar, sexual etc;

26. Dividir o mundo em pessoas espertas e burras;

27. Ser cúmplice ou conivente nas transgressões e contravenções dos filhos;

28. Colocar o filho acima de tudo e de todos;

29. Ajudar o filho a “colar” nas provas;

30. Fazer a lição de casa do filho

31. Ameaçar ou agredir professores ou pais dos amigos do filho por erros que são dele. Fonte: Bem Mais Mulher

Os árbitros e os pais dos meninos

“Deixem os pequenitos divertirem-se, porque eles têm tempo de sobra pra crescer”

Alguns dos jovens jogadores do Leganés enviaram uma carta aos seus pais, apelando para que tivessem mais educação e civismo quando fossem vê-los jogar futebol. Diziam que estavam cansados de ver os pais a por em causa a honestidade dos árbitros, a competência dos treinadores e a lealdade dos colegas.

Naturalmente que generalizar seria cometer uma enorme injustiça para todos os pais que são modelos de conduta mas a verdade é que o que esse desabafo reflete o sentir de muitos outros meninos, da mesma idade.

A opção prematura pelo desporto devia servir para que as crianças fizessem o que mais gostam, sem restrições nem condicionamentos. Claro que é bom ganhar, marcar golos e fazer a diferença. Mas, quando se tem sete, oito ou nove anitos, isso pouco importa. Bom mesmo é desfrutar. Sentir leveza e alegria.

Se não lhes permitirmos esse encantamento, corremos o risco de torná-los em adultos pré-fabricados. Pais e treinadores devem assumir a responsabilidade de preservar neles essa inocência, sendo certo que chegará o momento em que terão de aprender os conceitos básicos, fundamentais para o seu crescimento enquanto atletas.

Mas mesmo isso não pode pressupor o atropelo a valores tão importantes como o desportivismo, o respeito pelos árbitros/adversários, o saber perder e ganhar.

Se nunca assistiu a um jogo dos mais pequenitos, fica o desafio: um destes dias, vá a um campo perto de sua casa e veja uma partida de escolinhas, infantis ou iniciados. Observe bem a alegria dos pequenitos e o comportamento do “público”. Predisponha-se a ouvir com atenção.

Tenha em conta: o que vai ver não é futebol profissional nem uma final da taça. É apenas e só um jogo de bola com crianças.

São palavrões disparados a torto e a direito. Para o pai do número seis dos rivais, para a mãe do colega que não passa a bola ao filhote, para o massagista que demora na assistência ou para o treinador que põe o menino a suplente.

A sensação que dá é que as pessoas, boas por natureza, são mordidas à entrada por uma matilha de cães com raiva e passam o tempo todo a espumar, a destilar veneno e cuspir ódio.

Sabemos que as nossas crias são de ouro, mas temos responsabilidade direta naquilo em que se irão tornar quando crescerem. É importante que percebamos que “Messis e Ronaldos” são exceção e que a maioria jamais passará dos escalões de formação ou patamares amadores.

Deixem os pequenitos divertirem-se, porque eles têm tempo de sobra para crescer.

NOTA – Também é verdade que há árbitros com comportamentos inacreditáveis: imagem desleixada, abuso de poder e postura provocatória. Esses faziam um favor ao futebol se fizessem as malas e não voltassem mais. O recrutamento é difícil, mas isso não significa ter que aceitar na arbitragem pessoas com exato perfil daqueles que criticamos.

Fonte: Futebol de Formação por Duarte Gomes

FRANCIS SÁNCHEZ: “LOS ANALISTAS SIEMPRE TENEMOS QUE ESTAR EN LA SOMBRA”

En los últimos años, la presencia del analista se ha convertido en una figura primordial dentro del esquema organizativo de cualquier club de fútbol. Una labor relativamente nueva pero necesaria para evitar dejar al azar los resultados y poder controlar todos los aspectos que encierra el fútbol. En este campo, uno de los nombres propios es Francis Sánchez, analista del primer equipo del Atlético de Madrid.

Podría definirse a Francis en cuanto a su formación. Es Técnico Superior Deportivo especializado en fútbol (Nivel II Académico) y Analista Táctico dentro del Cuerpo Técnico Profesional por la Universidad Camilo José Cela (Madrid). Como analista ha desarrollado funciones en todas las categorías. Además, ha sido entrenador en fútbol base desde alevines hasta juveniles en Málaga. Su principal inquietud siempre ha sido conocer en profundidad el juego y su estrategia operativa para transformarlo en videoinformes e informes técnicos. Pero quedarse solo con esto sería injusto. Al hablar con Francis se descubre a un apasionado del fútbol con un don especial: poder analizar más allá de lo que a simple vista se ve. Él no ve lo obvio. Él conoce, se adelanta, intuye y descubre patrones que se repiten. Y lo hace con entusiasmo, ilusión y sencillez.

“Siempre he tenido el defecto de no ver el balón. Nunca lo miro. Cuando la jugada termina sé que se ha producido por otro motivo. La pelota seduce y hace que la sigas pero el 97% del juego se desarrolla fuera del balón. No es determinante para el análisis.”

El punto de inflexión en su carrera se produjo en el Congreso de Entrenadores organizado por la RFAF en Sevilla en 2015 donde pudo asistir a la Ponencia de Juanjo Vila, a quien considera uno de los pocos referentes del análisis. Está avalado por una extensa carrera con menciones especiales como segundo entrenador y jefe de Análisis Táctico en el RCD Mallorca con Valeri Karpin y como entrenador ayudante y jefe del departamento de Análisis y Scouting del Spartak de Moscú con Emery y Karpin. Cuando finalizó su presentación, dejó un correo por si alguien quería comunicarse con él. Francis tenía dudas pero su pareja, y apoyo incondicional, le instó a que le enviase uno de sus informes. “Decidí enviarle uno de mis informes al correo que había proporcionado durante la ponencia, con la peculiaridad de que era incorrecto. Daba error. A través de un contacto común pude conseguirlo y enviarle el informe. Cuál fue mi sorpresa al descubrir que en apenas veinte minutos tenía respuesta por parte de Juanjo. Me comentaba que él recibía cientos de informes y que difícilmente pasaba a la segunda página. El mío lo había leído entero y quería que contactase con él con urgencia.”, comenta Francis aún con cierto asombro.

Hasta ese momento había sido analista en División de Honor y analista externo en el Cádiz. “Yo trabajaba gratis. Sigo pensando que la base para poder llegar al fútbol de élite es trabajar gratis. Tienes dos vías. O has sido futbolista profesional y tienes todas las puertas abiertas. O eres un loco como yo que dedicas horas, constancia y lo haces con vehemencia. Pero ante todo, hay que tener paciencia para aguantar hasta que llegue la oportunidad. La mayoría de los que están preparados se aburren en el camino. No aguantan. Yo tuve la suerte de tener a mi pareja y, además, perseverancia.”

Aunque Francis posee el título de entrenador y ha ejercido como tal entrenando a niños, siempre ha preferido ser analista. “A mí me gustaba entrenar niños, infantiles. Cuando tienen que dar el salto de fútbol 7 a fútbol 11 es lo bonito. Están en una edad en la que son receptivos, los moldeas y puedes ayudarles mucho. Cuando ya entran en cadetes están en conflicto interno. Comienzo a entrenar a través de mi hijo, me saco los títulos pero solo es algo anecdótico. He preferido ser analista, sin ninguna duda. Siempre he tenido el defecto de no ver el balón. Nunca lo miro. Cuando la jugada termina sé que se ha producido por otro motivo. La pelota seduce y hace que la sigas pero el 97% del juego se desarrolla fuera del balón. No es determinante para el análisis.”

“Yo trabajaba gratis. Sigo pensando que la base para poder llegar al fútbol de élite es trabajar gratis. Tienes dos vías. O has sido futbolista profesional y tienes todas las puertas abiertas. O eres un loco como yo que dedicas horas, constancia y lo haces con vehemencia. Pero ante todo, hay que tener paciencia para aguantar hasta que llegue la oportunidad.”

En el fútbol base le gustaba ver a los rivales para averiguar dónde estaban sus debilidades y ahí da una de las consignas más importantes para los analistas. “Tengo que ver la forma en que una debilidad del rival se convierta en una fortaleza mía. Para ello, tienes que ver que el que está jugando es tu equipo frente a esa debilidad para poder desarrollar la estrategia operativa. Tienes que ir de lo general a lo concreto. Ves el fútbol global y sin perder tiempo en lo que no vas a utilizar. Luego vas a lo concreto. Primero, solo lo ofensivo. Después, lo defensivo. Y finalmente, sacas conclusiones. El fútbol o lo ves o no lo ves. No se puede explicar. Es como el pintor que tiene talento y retina. O un matemático que tiene la capacidad de abstracción necesaria para poder desarrollar un teorema. Es cierto que el analista debe buscar el dato de calidad. Eso que tu intuición te dice que puedes demostrarlo con imágenes porque no es algo fortuito u ocasional, sino que se repite.”

Su llegada al Atlético de Madrid le vino por sorpresa. Estaba disfrutando de unas vacaciones en familia en Soria cuando recibió la llamada. Llevaban tiempo siguiéndole, sabían de él y de su trabajo. Fue un momento en el que se mezclaron sentimientos. Por un lado, veía que las horas de trabajo, su dedicación y talento tenían recompensa. Por otro, no podía evitar acordarse de su padre quien había sido fiel seguidor del Atlético de Aviación, primero, y Atlético de Madrid, después. Francis considera que llegar al fútbol de élite no dista demasiado del fútbol base. No se aleja en cuanto a conocimiento y hoy día hay mucha formación en esos clubes. Todo depende de cómo sea el entrenador y de lo que quiera.

“No hay que confundir análisis con scouting. En el segundo no realizas un seguimiento profundo del juego. Controlas perfiles individuales para integrarlos en el equipo. Analizas jugadores, su comportamiento, actitud y posibilidades. También hay que tener en cuenta que a quien le guste el verde posiblemente tenga madera de segundo entrenador. El analista acumula horas en una habitación viendo fútbol, su sitio no está en el césped.”

Más allá de los entrenadores, muchos futbolistas se preocupan por conocer a sus rivales: quiénes son, cuáles son sus fortalezas, debilidades y cómo deben comportarse. En el caso concreto del Atlético de Madrid hace una mención especial para Oblak, quien se interesa antes de cada partido por conocer en profundidad a quién se mide para completar su trabajo específico. Francis también pone como ejemplo a varios clubes como el Rayo Vallecano. “Su cuerpo técnico pone a disposición de los jugadores varias tablets con análisis individuales de los futbolistas del equipo rival por posiciones. Pueden acceder a los highlights con items del futbolista para saber cómo entran, cómo defienden, sus fortalezas, debilidades, etc. Es algo que forma parte de la metodología del departamento de análisis. Un trabajo que se extiende a la cantera. En el Atlético de Madrid hay buena comunicación con el trabajo de la cantera. Hay un departamento de análisis propio bien estructurado y llevado a cabo por José Luis Sánchez Vera. Hay puntos en común y el desarrollo del trabajo es similar al del primer equipo.”

El trabajo de analista requiere de mucha dedicación. Horas viendo partidos y delante del ordenador. Francis considera que hay que hacer una diferenciación. “No hay que confundir análisis con scouting. En el segundo no realizas un seguimiento profundo del juego. Controlas perfiles individuales para integrarlos en el equipo. Analizas jugadores, su comportamiento, actitud y posibilidades. También hay que tener en cuenta que a quien le guste el verde posiblemente tenga madera de segundo entrenador. El analista acumula horas en una habitación viendo fútbol, su sitio no está en el césped. Tan solo tiene sentido cuando preparamos la estrategia para comprobar que se desarrolla de la manera correcta. Pero solo es algo puntual. Todo el mundo cree que esto es muy bonito pero no ve los sacrificios que requiere.”

“Los analistas siempre tenemos que estar en la sombra. No aparecemos en la web ni en la foto de equipo. Yo no estoy. No salgo al campo. Aporto mi idea, mi granito de arena para tratar de ponérselo más fácil al entrenador. Solo soy una ayuda. El éxito es de él y de los jugadores. Quien quiera ocupar otro sitio no es analista.”

Se trata de un trabajo sistemático que no cambia desde el primer día de la pretemporada hasta que finaliza el curso. “Nosotros, dos semanas antes ya vemos en directo al equipo rival en la misma situación en la que nos vamos a enfrentar. Seleccionamos las imágenes para los vídeos y vamos introduciendo filtros. Comenzamos con alrededor de 350 cortes que se reducen a cuarenta. Preparamos las imágenes para que Germán Burgos, segundo entrenador y máximo responsable del análisis de rivales, realice el siguiente filtrado. Se quedan como mucho en quince. Se montan, se realiza el informe y se enseña al míster. Simeone realiza un nuevo filtro y se quedan las definitivas 10-12 imágenes. Tras terminar un partido, ya tenemos el informe escrito del próximo rival, independientemente de la competición que sea.”

Francis hace balance y recuerda alguno de los momentos en los que su trabajo se ha visto recompensado en el guión del partido. “Siempre imaginas cómo se desarrollará el encuentro, dónde se puede producir el desajuste y cómo convertirlo en algo positivo para el equipo. Por ejemplo, en la temporada pasada, contra el Real Madrid conseguimos un gol gracias al espacio generado en la espalda de Kroos. Contra la UD Las Palmas pudimos hacer dos goles aprovechando el desajuste de sus centrales. Los analistas siempre tenemos que estar en la sombra. No aparecemos en la web ni en la foto de equipo. Yo no estoy. No salgo al campo. Aporto mi idea, mi granito de arena para tratar de ponérselo más fácil al entrenador. Solo soy una ayuda. El éxito es de él y de los jugadores. Quien quiera ocupar otro sitio no es analista.”

Francis Sánchez es un ejemplo a seguir para todo aquel que quiera iniciarse en el análisis. Un mundo que se está desvirtuando y contaminando, llenando de gente sin preparación y que en algunos casos solo se reduce a tener un pasado como futbolista. Recalca la importancia de tener conocimientos, ver mucho fútbol y dejar en un segundo plano la pelota. Pero el secreto está en el interior de cada uno. O lo ves o no lo harás nunca por mucho que trates de entrenarlo. Es un talento innato, como el que él posee. Su secreto es precisamente no tener secretos. Quien comparte, crece. Reconoce que ya no ve el fútbol con la ilusión del aficionado, sino que lo hace con otra perspectiva que le enriquece. Pero siempre con humildad, cercanía, sencillez y disfrutando con lo que hace. Un sueño para muchos que solo es alcanzable por los mejores profesionales. Y Francis Sánchez ocupa un lugar privilegiado.

Fonte: Fútbol, Marketing Deportivo y Apuestas por Montserrat García Bea

“Treinadores sem habilitações? Uma palhaçada”

Presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol comenta, em Bola Branca, a contratação de mais um treinador sem habilitações para comandar equipas da 1ª Liga. Neste caso, o Belenenses, que apostou em Silas para substituir Domingos.

“Uma palhaçada!!!”

É desta forma desassombrada que o presidente da Associação Nacional de Treinadores de Futebol comenta, em Bola Branca, a contratação de mais um treinador sem habilitações para comandar equipas da 1ª Liga. Neste caso, o Belenenses, que apostou em Silas para substituir Domingos Paciência.

Silas não tem o exigido nível 4. A solução passa por ter na equipa técnica um adjunto que tenha esse nível para assumir na ficha de jogo o papel de treinador principal.

José Pereira “lamenta” que o IPDJ, o Instituto Português do Desporto e Juventude, “não fiscalize” este tipo de situação.

O presidente da associação fala de um “esquema” que na sua opinião é uma “autêntica palhaçada…

Por outro lado, a terminar, José Pereira acredita que a nova lei da formação vai ser aprovada. Uma lei que indica a ASAE como órgão fiscalizador.

Fonte: SAPO.PT

Elano conclui curso e tem carta branca para estágios no Corinthians e Palmeiras

Ídolo do Santos conclui módulo B da CBF e aproveita 2018 para ganhar conhecimento e tirar todas as licenças da profissão. Roger e Carille abriram as portas para o ex-jogador da Seleção.

Começar do zero, com a mente aberta e empenhado nos estudos. É dessa forma que o ídolo santista e ex-jogador da seleção brasileira Elano Blumer trabalha para aprimorar e crescer na sua nova profissão: técnico de futebol.

Na última semana, o ex-atleta concluiu um dos módulos do curso de treinador da CBF e garantiu a licença B.

Elano Blumer durante o curso de treinador da CBF (Foto: Arquivo pessoal)

Elano Blumer durante o curso de treinador da CBF (Foto: Arquivo pessoal)

Em entrevista ao GloboEsporte.com, Elano contou sobre a experiência adquirida nas aulas e confidenciou que irá estagiar em dois grandes adversários do Santos: Palmeiras e Corinthians.

Quais os principais pontos abordados no curso?

O curso abordou gestão e formação de equipe, além da categoria de base (licença B). Foi importante para eu resgatar algumas coisas que sempre acontecem na base, mas que carregamos para as nossas vidas. Foi muito positivo dividir e trocar experiências com outros professores que estão se formando.

Você se sente melhor preparado para dar sequência à sua carreira?

Confesso que me sinto preparado para iniciar um trabalho. Porém, é extremamente importante ter as licenças documentadas e estar graduado para trabalhar. Já tive a parte prática, como ex-atleta e técnico/auxiliar, mas preciso adquirir minhas licenças para dar continuidade ao trabalho. O ano será de muito estudo e preparo teórico para que, em 2019 ou 2020, eu inicie a carreira de treinador de futebol.

Elano comandou o Santos interinamente na reta final do Campeonato Brasileiro de 2017 (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Elano comandou o Santos interinamente na reta final do Campeonato Brasileiro de 2017 (Foto: Ivan Storti/Santos FC)

Quais os principais professores que ministraram as aulas? Outros ex-atletas também integraram essa turma?
Todas as aulas são importantes, desde que você vá de coração aberto para aproveitar o curso da melhor forma possível. Tem coisas que imaginamos como seja, mas é importante ouvirmos outros profissionais para agregar conhecimento. O Osmar Loss (auxiliar técnico do Corinthians) foi um cara fantástico, nos deu um direcionamento muito bacana. Enfim, todos os profissionais contribuíram dentro de suas áreas.

Quais os próximos passos para sua formação? Pretende fazer as próximas etapas do curso da CBF?

Finalizado o B, quero fazer o A para depois iniciar o Pro, sem deixar a parte prática de lado. Pretendo continuar estudando e estagiando em clubes nacionais e estrangeiros. O Carille e o Roger já abriram as portas para eu acompanhar o trabalho deles, entre outros. A ideia é montar uma comissão técnica entre 2019 e 2020 e dar início ao trabalho.

Ídolo como jogador, Elano comandou o Santos interinamente na reta final do Campeonato Brasileiro de 2017, com três vitórias, três derrotas e um empate.

Fonte: GloboEsporte por Antonio Marcos

Fifa aprova mudanças nas regras do futsal, que terá laterais cobrados com as mãos

Em reunião realizada na Eslovênia durante a Uefa Euro Futsal, entidade que rege a modalidade propõe mudanças nas regras, tais como restrições ao uso do goleiro-linha.

Reguladora do futsal desde 1989, a Fifa tomou decisões, na última semana, que podem impactar bastante na dinâmica de jogo da modalidade. A mais polêmica delas é a possibilidade de laterais e escanteios serem cobrados com as mãos. Quando a alteração da regra for homologada, o cobrador terá o direito de escolher entre repor a bola com os pés – como é feito desde o início da Era Fifa – ou com as mãos. A Fifa entende que a mudança contribuirá para o aumento do número de gols no futsal.

Jogadores poderão escolher entre cobrar escanteios com as mãos ou com o pé (Foto: Luiz Pires/VIPCOMM)

As outras alterações aprovadas pela Fifa foram quanto à reposição de bola por parte do goleiro, quanto ao uso do goleiro-linha e quanto às decisões por pênaltis. Visando aperfeiçoar o jogo tático das equipes, os goleiros não poderão mais lançar a bola diretamente ao ataque. A partir de agora, a bola terá de tocar na quadra de defesa antes de chegar à outra metade. A regra era usada no antigo Futsal Fifusa, disputado antes dos anos 90 com uma bola mais pesada.

Recurso muito comum no futsal da atualidade, o goleiro-linha (quinto jogador atuando como um falso goleiro) só poderá ser utilizado por uma equipe que estiver perdendo. Quanto às disputas por pênaltis em jogos eliminatórios, o número de cobranças muda de três para cinco, como acontece no futebol de campo.

Fonte: GloboEsporte por Flávio Dilascio e Marcelo Rodrigues

A era da Estratégia – O novo jogo

A última década no futebol foi marcada pelo aparecimento do modelo.

José Mourinho foi um dos maiores inovadores e influenciadores do futebol mundial, pela forma como começou a desenhar o modelo de jogo, assente em comportamentos predeterminados para cada momento do jogo, e dentro destes para cada zona, ou fase.

Durante mais de uma década, inúmeros treinadores descobriram o modelo, trabalharam-o, aperfeiçoaram-no. Hoje, falar-se em modelo de jogo é corriqueiro, e não há sequer a noção de que há não tanto tempo assim, os treinadores somente modelavam as bolas paradas. O jogo não era sistematizado, nem para compreensão, nem como preparação para a competição.

Depois do “boom” gigantesco do modelo de jogo, que veio mudar completamente o lado táctico do jogo, a forma como as equipas se apresentam dispostas no campo, e como se comportam, está a chegar a era da estratégia.

Como em tudo na vida, é nas dificuldades que se cresce, que se procuram soluções para ultrapassar as barreiras. Nos dias de hoje todos têm o seu modelo, e o passo seguinte já está a ser dado pelos mais inteligentes. Estamos na era da estratégia. Na era em que os vídeos correm à velocidade da luz, vencer vai muito para além do modelar, tão típico da década passada.

Hoje, o próprio processo de treino tem de ser virado para a competição seguinte, para o jogo que virá. Sobretudo quando se fala em forças de valores equivalentes, mas não apenas, é no perceber os comportamentos chave do adversário, e preparar o seu antídoto durante a semana, que está o passo seguinte. Na análise dos comportamentos e no desmontar dos mesmos. Na estratégia provocar constrangimentos ao adversário, que nos aumentem as possibilidades de vencer.

Ainda são alguns os treinadores demasiado presos ao seu modelo, e ao caminho até à morte com o seu modelo. E até à morte irão, quando no jogo o importante não é morrer com ideias imutáveis. É adaptar e não morrer. Vencer!

Por exemplo:

Jogo contra o Benfica. Sabemos como funciona a transição defensiva do Benfica quando entra no último terço. No seu posicionamento ofensivo, os laterais já estão próximos dos alas adversários, para que após a perda possam controlá-los, ou acompanhando se eles forem embora para receber na frente, ou apertando se eles quiserem receber no pé, e sabemos que após a perda, o Fejsa vai encostar nas costas do médio mais ofensivo, para que não seja referência para receber.

Então, sabemos que na perda no último terço, vai haver espaço nas costas do Fejsa, porque ele é atraído ao médio ofensivo, e que os laterais só baixarão se os nossos alas dispararem.

Estar mais próximo de vencer ou incomodar o Benfica, não é sair com os nossos alas ou médio ofensivo / segundo avançado a pedir no pé, só porque o meu modelo assim o contempla! porque o Grimaldo, o Fejsa e o Almeida vão abafá-los e a bola rapidamente mudará a posse de novo, sem saída para ataque rápido. Mesmo que no meu modelo eu até priorize um primeiro passe para um destes elementos para iniciar condução.

Estratégia, é percebê-lo, e ser criativo para desenhar uma possível forma de chegar às costas do Fejsa. Mas como? Ter por exemplo, na recuperação, o avançado a mostrar-se para receber o primeiro passe. Mas porque sei que um dos centrais do Benfica sairá com ele para matar em falta enquanto está de costas, na recuperação, coloco logo um elemento diferente do que o Fejsa vai apertar, a saltar na frente para receber a bola de frente, proveniente do avançado que se mostrou para o primeiro passe. E ai, se tenho os alas sem comer metros… os laterais deles também não baixam no imediato, e consigo sair com um 2×2 contra os centrais do Benfica, e um deles desposicionado porque veio acompanhar o apoio frontal do meu avançado!

Ou por exemplo:

Vou jogar contra o um treinador que marca sempre HxH a campo todo, e sei portanto que os extremos desse meu adversário, defendem sempre individual a campo todo. Que importa que no meu modelo, na minha organização ofensiva eu queira os laterais a darem logo muita profundidade na primeira fase? Isso só vai levar os meus adversários para espaços que eu quero conquistar posteriormente! Estratégia é percebê-lo, e na primeira fase abrir bem os laterais, mas deixá-los bem baixos, para aumentar a distância entre os extremos e os médios do adversário. Assim, já tenho a minha primeira fase de construção facilitada, porque é fácil colocar a bola por entre adversários e fazê-la chegar logo à zona de criação nas costas de médios e avançados adversários. Como sei que os extremos seguirão os laterais, então posteriormente, depois de os ter atraído para abrirem e estarem subidos para a bola entrar, faço subir os laterais, somente como engodo, para trazer os extremos deles para baixo, para que quando se der a perda, não ter de levar com um jogo partido, com um adversário logo com extremos colocados em profundidade à espera da bola para ir para cima, e sem terem demasiados metros para comer.

Cada vez mais o sucesso chega do constrangimento que colocas no adversário, partindo da análise do seu comportamento. E somente desníveis brutais em termos individuais poderão fazer alguém ganhar centrando-se unicamente no que são os seus comportamentos.

A era do modelo foi uma evolução tremenda no jogo. Todavia, quem continua a pensar que ainda ai estamos, está cada vez mais a ficar para trás…

Fonte: Lateral Esquerdo por Paolo Maldini

El sistema 1- 3-4-3 Posición y evolución

El sistema 1-3-4-3 fue un sistema muy utilizado por el Ajax de Van Gaal y el Barcelona de Cruyff, del que Luis Enrique manó y le dió una vuelta de tuerca en su transformación del 1-4-3-3 al 1-3-4-3 cuando lo necesitó- Más adelante lo observaremos en uno de estos videos que a continuación os expondré para dar validez visual y gráfica a lo explicado sobre este sistema.

Como características generales, diremos que tiene una disposición de las líneas muy escalonadas, tiene la ocupación equilibrada del terreno de juego, y su evolución posibilita superioridades numéricas constantes en ataque.

Como ventajas, diremos que posibilita la amplitud en ataque, nos permite ganar en profundidad y progresión en zona de finalización y favorece el juego interior y la posesión.

Como desventajas diremos que podemos tener problemas en defensa, sino ejecutamos bien la presión tras pérdida o no incomodamos después de robo, requiere de un gran despliegue y repliegue y requiere de jugadores con talento técnico-táctico para resolver los duelos zonales en igualdad.

Os dejo una serie de videos explicativos sobre el sistema, evolución en el transcurso del juego y formas de contrarrestarlo, espero que os aporte algo más a vuestra riqueza táctica sistémica.

Fonte: Fútbol Ofensivo

Metodologia de Brasileiro faz história na área esportiva

Trazendo consigo toda a cultura esportiva russa, o Prof. Dr. Antonio Carlos Gomes criou uma metodologia que promete atrelar a ciência ao esporte e garantir melhores desempenhos

Antonio Carlos Gomes, PhD

Diretor Técnico da Sport Training;

Superintendente de Alto Rendimento da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt);

Coordenador da Academia Brasileira de Treinadores (ABT) do Comitê Olímpico Brasileiro (COB).

Como surgiu a ideia de criar o sistema DPAC?

Antonio Carlos Gomes: O sistema DPAC foi criado ao longo dos anos (10 anos) com o intuito de controlar melhor o sistema de prescrição de exercícios para atletas e pessoas que frequentam academia de ginástica.

Em poucas palavras, o que é o DPAC?

ACG: O sistema vem ajudar o treinador a responder algumas perguntas pertinentes da área, por exemplo:

D– Diagnóstico — na prática do esporte e de exercícios voltados para a melhoria da qualidade de saúde, antes de se prescrever o treino é necessário conhecer em que nível de aptidão motora se encontra o indivíduo, isso fornecerá dados para o treinador prescrever cargas fisiológicas de treino de forma mais adequada e adaptada a cada indivíduo.

P— outro fator importante é a questão do planejamento do treino, aqui encontramos as leis biológicas que regem o planejamento do treino em longo, médio e curto prazo para o praticante.

A— aplicação do treinamento (metodologia) de treino é um fator importante no desenvolvimento das capacidades motoras, neste caso, aqui encontramos os vetores a serem enfatizados a cada momento do planejamento do treino proposto para o praticante,

C— o controle do treino e do planejamento é uma condição básica para se dosar acertadamente às CARGAS DE TREINO DO PRATICANTE.

Como a metodologia agrega no crescimento científico do esporte?

ACG: A prática do esporte ainda ocorre com um percentual muito alto de empirismo, ao criar este sistema, a prática se aproximou mais às áreas científicas o que ajudou a diminuir muito os erros na prática esportiva. O treinador passou a compreender a prática esportiva como um todo o qual apresenta partes, mas os mesmos devem estar interligados o tempo todo.

Em quais situações ela poderá ser utilizada dentro do universo esportivo?

ACG: O sistema DPAC pode ser utilizado em todas as situações do esporte, pois auxilia desde o dirigente esportivo bem como o treinador esportivo. Trata-se de uma ferramenta lógica a qual deve ser seguida de forma rígida e isso permitirá a instituição gerenciar de forma efetiva o seu grupo de trabalho.

Em quais situações já vem sendo utilizada por você? Quais os resultados?

ACG: O sistema DPAC venho utilizando há mais de 10 anos com grande sucesso, tanto no aspecto do treino como da gestão dos órgãos esportivos que tenho trabalho nos últimos anos.

Qual você considera ser o maior diferencial do DPAC?

ACG: O maior diferencial do DPAC é que ele passa a ser um norteador para o treinador, não deixando o mesmo se perder durante o processo de preparação de seus atleta em longo prazo.

Existe um treinamento para aprender a utilizar a metodologia?

ACG: Sim existe, os profissionais interessados deverão receber o curso/treinamento, a partir dai estão aptos a melhorarem suas abordagens profissionais.

De que forma a metodologia será transformada em aplicativo?

ACG: O sistema estará em aplicativos e atenderá as pessoas na área do fitness e do esporte, os aplicativos atenderão cada modalidade esportiva onde o profissional poderá realizar com ele todas as letras do sistema DPAC: Diagnóstico, Planejamento, Aplicação e Controle de suas atividades práticas. O aplicativo se tornará um grande banco de dados o qual auxiliará o profissional de Educação Física nas suas tarefas diárias.

O que você tem a considerar sobre o DPAC que não tenha sido perguntado?

ACG: Até o momento ainda não temos esta ferramenta no meio prático e acadêmico do esporte nacional. Penso que será de grande importância para ajudar o profissional da área a melhorar a qualidade de seu trabalho.

Opinião de Especialista

Leandro Orlandini, formado em Administração, especialista em Sistemas e responsável pelo projeto, respondeu algumas perguntas.

Qual você considera que seja o maior diferencial da metodologia DPAC?

Leandro Orlandini: Difícil escolher apenas um aspecto… mas penso que a forma sistêmica de incluir o “feedback” como parte do processo, faz com que a dinâmica seja mais atraente, porque torna “vivo” o sistema, com a inclusão constante de variáveis atualizadas, tornando o método mais eficiente em seu objetivo.

Como ela será utilizada através de aplicativo?

LO: O software é o método para captação e processamento dos dados exigidos pela metodologia DPAC, como forma de coleta, armazenamento e exibição das informações necessárias a sua aplicação no dia-a-dia do atleta/instituição.

Como é o processo de desenvolvimento de um aplicativo como esse?

LO: Por ser um método estruturado, a adaptação da metodologia a um software é relativamente simples. O grande desafio é o tratamento do imenso número de variáveis geradas pelo método, porque o objetivo é obter o máximo de resultado em atletas/instituições distintas. O alinhamento e processamento dessas variáveis, exige um estudo constante (e muitas adaptações). O desenvolvimento do sistema informatizado tem, sem dúvida alguma, a aplicação da própria metodologia DPAC — diagnóstico, planejamento, aplicação e controle — como a mais adequada ao seu desenvolvimento.

Fonte: Medium por Dg Comunicação Digital