Are Goalkeepers A Different Breed? Are Keepers Unique?

It’s often said that goalkeepers are a “different breed” to outfield players. And it’s true. Throughout all levels of football, players and coaches involved in the game will attest to that.

So exactly what makes keepers so different? How are goalkeepers unique?

IT’S PRACTICALLY A DIFFERENT SPORT

Goalkeepers play an entirely different game to their teammates.

Firstly, and most obviously, regular outfield footballers can only use their feet (apart from on throw ins), while goalkeepers are granted the additional power to use their hands inside the penalty box. This means keepers have more tools to sharpen than their remaining ten teammates.

Sure, there’s several overlaps between goalkeeping and outfield roles, too. The ability to pass and pick out a team mate, as well as the need for fitness, strength, and high levels of concentration applies to everyone on the pitch.

But the rules, responsibilities, training regimes, physical attributes, typical age range — even the mindset — of goalkeepers is vastly different. Goalkeeping is practically a different sport in its own right.


When you think about it, many goalkeeping skills — such as catching, passing and diving at feet — overlap with other sports like Basketball, Handball, Rugby, and American Football. In terms of the speed and agility needed, goalkeeping is comparable to some racket sports, like Table Tennis.


Essentially, a highly broad skill-set is required for goalkeeping. It’s football… plus a whole lot more on top. That’s precisely why it’s the toughest position to learn.

THE LONE PLAYER

The lack of camaraderie is ever-present between keepers and their team mates. It’s a lonely existence both on and off the pitch.

During training sessions you’re isolated from your team, working with specialist coaches — or battling against team mates in strike drills. You practice your own game.

The disconnect from your team carries through onto the pitch, where you’re physically isolated down one end. You’ll often go extended periods without touching the ball or being involved in the action. If your team scores, you rarely get the chance to celebrate in the huddle, either.

Busy games do little to change the dynamic. You can produce some outstanding saves, even set up attacks from great distribution — yet you often won’t receive the recognition you earned. Make one mistake, and guess what? The focus is entirely on you, for all the wrong reasons.

Off the pitch you’re still out of the loop. Your team mates bond over the dramas which took place up the other end of the pitch — the goals, penalties, bendy free-kicks — even their diabolical attempts on goal. Unlike the keeper, they can afford the luxury to laugh off their mistakes and inadequacies.

It’s mandatory that keepers are independent and single-minded. Yet at the same time they also need to avoid becoming too distant or introverted, in order to remain fully integrated with their team. That’s a challenge in it’s own right.

A DIFFERENT MINDSET

The role of the goalkeeper attracts certain ‘types’.

Goalkeepers aren’t in this for the personal glory; they’re in this for the team. It’s not about how many goals they can score, or how many assists they can make to better themselves. Success, for a keeper, is measured by how many goals they can prevent.


The reality is that there’s not many people that would choose to solely make saves for their team without the possibility of scoring goals. Goalkeeping is an unselfish position that tends to attract noble, articulate types of sportspeople.


My coach always said that goalkeepers were the best behaved, most dedicated, least arrogant players he’d ever coached (he still coaches England’s third team). And that never surprised me. The attention span, strength of character, dedication and drive required to be a goalkeeper weeds out any characters with airs and graces.

For more on the “goalkeeper mindset” check out my post on the Psychology & Mental Strength of Successful Goalkeepers.

 

GOALKEEPERS ARE UNIQUE AT ALL LEVELS

One of the big believers that goalkeepers are a “special breed” is professional striker, Peter Crouch. 

Crouch dedicated an episode of his podcast to goalkeepers (his nemesis), and provided an honest insight as to precisely why they’re so very different to other players. 

That Peter Couch Podcast — That Goalies Episode

At one point in the podcast the presenters joke that Crouch is “goalkeeperist” — as he mocks keepers’ peculiarities and character quirks. Typical striker, right?

Nonetheless, it’s interesting to learn how professional goalkeepers fit into the team dynamic and how it never really changes from youth right up until the very highest level of football. It creates a sense that the most successful keepers in our game are indeed a unique, different breed — just like you.


Being a goalkeeper means accepting and embracingthat you’re different. So it’s no wonder that goalkeepers stick together and have such a strong mutual respect for one another; keepers know how tough it is to be the outsider.

Fonte: Top Goalkeeping por Toby

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Mulheres no futebol? Universidade de Liverpool tem bolsa integral para MBA

O programa vai formar profissionais capazes de atuar na gestão de clubes e organizações focadas no futebol. Inscrições vão até dia 31!

A Universidade de Liverpool está oferecendo duas bolsas integrais para mulheres para seu programa de MBA em Football Industries.

O programa é voltado para formar profissionais capazes de atuar na gestão e administração de clubes e outras organizações focadas no futebol, e as bolsas, segundo a universidade, visam ampliar a presença de mulheres no futebol — não só dentro do campo. As inscrições vão até 31 de julho.

A bolsa cobre integralmente os custos de “tuition” do programa, que variam de £16.500 a £23.500 (de R$ 80.900 a R$ 115.250, aproximadamente). No entanto, as bolsistas ainda precisarão arcar com as despesas de passagem aérea e com o custo de vida na cidade de Liverpool durante a duração do programa.

Sobre o programa

Fundado em 1997, o Football Industries MBA (ou FIMBA) é o único MBA focado em futebol, segundo a universidade. Além das disciplinas tradicionais de um MBA, ele também inclui cursos sobre economia, marketing e governança focados no futebol. Seus ex-alunos trabalham em clubes, mídia especializada, agências reguladoras e empresas voltadas para futebol na Europa, Ásia, África e América.

A brasileira Camila Cunha está cursando o programa atualmente e deve concluí-lo em setembro de 2019. Segundo ela, o programa pode ser feito em um ano (estudando em tempo integral) ou em dois anos (estudando em meio-período). Nos últimos três meses, o aluno pode optar por fazer uma dissertação ou um work-based project (projeto com base em trabalho). Ela optou pela segunda opção e atualmente estagia na Liga Portugal, a liga portuguesa de futebol profissional.

“Eu gosto de esporte desde adolescente, desde 10, 12 anos, todo mundo em casa gosta, e desde então eu já tinha a ideia de que queria trabalhar com isso”, conta.

Ela concluiu a graduação em administração e passou 7 anos trabalhando na Bayer, “mas nunca tirei da cabeça que precisaria fazer essa transição”.

Então há cerca de 3 anos ela fez MBA em negócios do esporte na ESPM, em São Paulo. “E isso me preparou para essa mudança de carreira e de país.

Como já tinha feito um MBA, Camila pode fazer o curso como uma pós-graduação e cursar apenas as aulas focadas em futebol (a bolsa, contudo, é apenas para mulheres que queiram cursar o MBA).

Essas aulas abordam o direito aplicado ao futebol, e temas de marketing e estratégia de negócios para futebol. Para ela, aa parte mais legal são as aulas de “analytics”, ou análise de dados aplicada ao mercado de futebol, “porque é algo meio revolucionário para a indústria”.

Além das aulas, toda semana os alunos têm palestras e almoços com pessoas da indústria, oferecendo possibilidades de networking. “Como é um mercado ainda muito restrito, conhecer pessoas é importante para entrar na indústria e se movimentar”, considera.

Mulheres no futebol

Camila é a única mulher de sua turma de 23 pessoas no curso. “Eu já esperava que fosse fazer parte de um grupo minoritário, mas não esperava ser a única, porque em outros cursos que eu fiz no Brasil, sempre tinha mais uma ou duas”, conta.

Ser a única mulher da sala acrescentava outra dificuldade à experiência de mudar de país e de indústria. “Por mais que eu tenha me enturmado, é natural que você sinta falta de ter outra mulher ali, então você precisa sair da sua zona de conforto”, considera.

Mesmo assim, ela não vê essa dificuldade como algo que deva deixar as outras mulheres com muito receio de se candidatar à oportunidade. Ampliar a participação de mulheres no futebol, na visão dela, deve amenizar esse problema no futuro.

Ela recomenda a moças que estejam interessadas na bolsa e queiram ampliar a presença de mulheres no futebol que conversem com outras brasileiras que já tenham feito o curso, para entender melhor o que ele tem a oferecer. “O primeiro passo é entrar em contato com as pessoas, trocar ideia e entender melhor como foi a experiência delas, para tirar o bloqueio de ir para um mercado que ainda é tão masculino”, diz.

Como se candidatar

Para concorrer à bolsa para MBA em Football industries da Universidade de Liverpool, que visa ampliar a participação de mulheres no futebol, é necessário já ter concluído a graduação e ter pelo menos dois anos de experiência profissional. Mulheres sem graduação mas com mais de cinco anos de experiência profissional também podem se candidatar.

O processo de candidatura ao MBA pode ser feito online, por meio deste link, e não é necessário se candidatar separadamente à bolsa. Como parte do processo, serão solicitados os seguintes documentos:

  • Histórico acadêmico
  • Diploma da graduação
  • Comprovante de proficiência em inglês
  • Personal statement
  • Duas cartas de recomendação; uma de um professor da universidade, outra do atual empregador, em papel timbrado, assinadas e datadas;
  • CV atualizado.

De acordo com Camila, uma dica para o application é deixar claro “por que o curso é interessante e importante pro seu momento de carreira, e o que você pode oferecer para a universidade também”. As inscrições podem ser feitas até o dia 31 de julho. As aulas começam em meados de setembro.

Fonte: Estudar Fora (Fundação Estudar) via Exame, por Gustavo Sumares

Como crear tareas en el entrenamiento de Fútbol

¿Como aumentar o disminuir la dificultad de las tareas de entrenamiento?

Las tareas en el entrenamiento son el lenguaje del entrenador para poder transmitir y producir cambios a nivel individual y colectivo sobre los sujetos con los que trabajamos. 

Uno de mis profesores en la universidad siempre decía, que las mayores herramientas que tenemos como entrenadores son la palabra y los tareas de entrenamiento. Y no le faltaba razón tras años de práctica. 

Las tareas dentro del entrenamiento son las herramientas con las que trabajamos; las herramientas con las que damos forma a las planificaciones anuales y mensuales; las herramientas para conseguir objetivos. 

Por eso, parece claro que debemos tener claro como desarrollar tareas que potencien el aprendizaje del futbolista y que muestre los comportamientos que nosotros deseamos que se produzcan. 

Sin embargo, esto es en lo que se la gran mayoría de entrenadores presentan problemas, ya que las tareas no son reflejo de una búsqueda de objetivos concretos para nuestro equipo.

En la mayoría de los casos son tareas de copia y pega  tomadas de entrenadores de elite que hemos visto en algún video o en algún libro y que seguramente no se adapten, ni sean especificas para nuestro equipo, ni modelo de juego. 

Quiero que pienses esto:

 Una tarea de 4×4 con multitud de condicionantes que podemos encontrar en algún video del Cholo Simeone con jugadores PROFESIONALES ¿Puede ser igual de válida para nuestro equipo de jugadores de 15 años que no han desarrollado aun ciertas capacidades tácticas? Espero que tu respuesta sea no. 

Hemos visto ya en el articulo sobre el Profe Ortega, como las tareas deben ser herramientas especificas y no generales, y por lo tanto esa tarea de 4×4 con 15 condicionantes tácticoss no sea la más adecuada para nuestro equipo y lo más probable es que produzca ansiedad tanto al entrenador como a los jugadores. 

Por lo tanto, si queremos resultados específicos, debemos crear situaciones especificas. Esto quiere decir no copiar situaciones generales para nuestro modelo. 

De esto hablaremos en este artículo, acerca de cómo crear tareas que se adecuen a nuestro equipo y jugadores, para poder sacar el máximo beneficio a cada tarea y conseguir el resultado deseado. 

Demandas perceptivas de una tarea

Las demandas perceptivas de una tarea son todos aquellos elementos que modifican una tarea y engloba los aspectos que pueden ser modificados para buscar uno u otro objetivo. En este sentido, podemos variar diversos elementos para dificultar o facilitar una tarea determinada. 

De esta manera encontramos que los componentes que pueden ser modificados en una tarea son:

  • Numero de jugadores que compone una tarea. 
  • El Tamaño de las tarea en cuanto a dimensiones se refiere.
  • Movilidad que se le permita a los jugadores en las zonas. 
  • La Distancia que recorren los jugadores en una tarea. 
  • La Duración de las tareas en cuento a tiempo y recuperaciones
  • La Posición en la que se situé a los jugadores
  • La luminosidad que se le de a la tarea. 

Como vemos, existen muchas variantes que harán que una tarea sea encaminada hacia un objetivo u otro, ya sea en aspectos físicos, tácticos o psicológicos. 

Una misma tarea podrá ser similar a otra, en cuanto a número de jugadores, espacio y duración, lo que seguramente tendrá un mismo efecto en la condición física. 

Pongamos por caso una tarea de 4×4 con 50×30 metros con 5 minutos de duración. 

Esta misma tarea realizada con los jugadores jugando en su posición habitual (o NO), en condiciones de poca visibilidad (jugar o no con petos de colores) y con movilidad reducida, será muy diferentes a otra en la cual los jugadores se muevan de forma libre, los equipos estén bien identificados y tengan capacidad para moverse por todo el espacio. Todo dependerá del objetivo que le queramos dar a dicha tarea. 

Umbral operante de la tarea

El umbral operante de la tarea hace referencia a la capacidad de tolerancia de la misma por parte del ejecutante, es decir, la manera en que se percibe una tarea por parte del jugador y la capacidad que tenemos como entrenadores para manipular esta tarea y por tanto su percepción. 

En este sentido hablamos sobre la generación de ansiedad en una tarea o no. Por eso debemos tener en cuenta en que punto se encuentran nuestros jugadores y plantear una tarea en función de si queremos aumentar el RETO o la HABILIDAD. 

  • Si queremos aumentar la habilidad, debemos ser capaces de aumentar de forma progresiva la dificultad de una tarea para que el jugador se vea capaz de realizar esta misma. 
  • Si queremos amentar el reto, debemos aumentar la dificultad para poner a prueba las habilidades del jugador o de los jugadores. 

Generalmente lo recomendable es aumentar las habilidades del jugador y dotar de herramientas para que se sienta seguro y posteriormente plantearles un reto para que sea capaz de ponerse a prueba con las habilidades aprendidas. 

¿De que nos sirve esto en la practica?

 Pues bien como hemos dicho antes, las tareas no solo sirven para mejorar la condición física, sino que sirven principalmente para implantar o mejorar comportamientos que nosotros buscamos en el juego. 

Ante situaciones en las que el equipo esta tocado psicológicamente por una mala racha de partidos, será recomendable plantear tareas de menor dificultad con el principal objetivo de aumentar la confianza en sus propias habilidad así como también sumar y dotas de nuevas habilidades a estos jugadores para enfrentar retos que se encontrarán en la competición. 

En este caso, plantear retos difíciles lo único que producirá serán ansiedad y falta de confianza si las tareas no no son ejecutadas de forma correcta. 

Por otro lado en equipos con una alta confianza en sus habilidades como individuos y colectivos, será recomendable plantear retos que hagan mejorar las habilidades que ya tienen de forma que se produzca una mejora de los comportamientos ya adquiridos. 

La inclusión de dificultad o la disminución de ella en las tareas será una de los factores que debemos tener en cuenta siempre según el estado de cada equipo en cada momento de la semana.

¿Como incrementar o reducir la dificultad de las tareas? 

Para incrementar o reducir la dificultad de una tarea debemos tener en cuenta como estructurar una tarea. 

En primer lugar debemos identificar un objetivo primario y algunos segundarios. En segundo lugar identificar los comportamiento núcleos de las tareas o añadir diversas subtareas antes, después o en los dos momentos. 

La tarea núcleo será la tarea que queremos que nuestro jugador o jugadores realicen de forma correcta y las subtareas serán condicionantes que colocaremos al principio o al final (o al principio y al final) para facilitar o reducir la dificultad de la misma. 

Como vimos antes, todo dependerá de la situación. 

  • Si se quiere reducir la dificultad se debe simplificar o reducir  el número de tareas, no modificar la tarea núcleo.
  • Si la tarea resultad fácil y se quiere aumentar la dificultad, se deben incrementar el numero de subtareas. 

Veamos un ejemplo para terminar. 

Pongamos por caso que en la tarea que teníamos antes de 8×8 de 50×30 con 5 minutos de duración.

El objetivo es buscar la movilidad rápida de balón y la movilidad de los jugadores. 

De esta manera la tarea núcleo será que consigan realizar 10 pases de forma seguida. 

Este objetivo puede facilitarse o dificultarse de la siguiente manera:

  • Hacer 10 pases permitiendo que el equipo contrario pueda llegar a tocar el balón hasta 2 veces, de manera que se sigan contando los pases (tarea facilitadora). 

Añadir dificultad:

  • Hacer 10 pases sin que ningún jugador contrario toque el balón. 
  • Empezar a contar los pases cuando el jugador comodín de el primer pase  + Hacer 10 pases 
  • Empezar a contar los pases cuando el jugador comodín de el primer pase  + Hacer 10 pases + el jugador comodín debe tocar el balón 3 veces durante los 10 pases. 

Como vemos existen multitud de ejemplos para modificar una tarea. Todo dependerá del objetivo que tengamos con nuestro equipo y del punto emocional y psicológico en el que estemos.

Ahora te toca a ti crear tus propias tareas.

Fonte: Efficient Football

Los Medios Resistidos y el Sprint

Hoy en día, los profesionales del Strength and Conditioningdeben conocer la metodología y planificación del entrenamiento de cualquier contenido de fuerza y velocidad. En este caso, nosotros nos vamos a centrar en revisar y exponer los principales componentes que rodean a los Medios Resistidos.

Concepto “Medios Resistidos”

Los Medios Resistidos son un método o forma de entrenamiento basados en aplicar una resistencia/sobrecarga a un movimiento o gesto deportivo a través de un trineo, paracaídas, chaleco lastrado, arena de playa y cuestas (1,2,3,4).

El Sprint

Con respecto al concepto del “Sprint“, comentar que está formado por dos fases:

  • Fase de Aceleración (expresada en m/s o m/s2): definida como el ratio de cambio en la velocidad de carrera, partiendo esta misma desde una posición estática o dinámica y que incrementa su velocidad en un corto período de tiempo (3,5,6).
  • Fase de Velocidad Máxima(expresada en m/s): determinada como el periodo en el cual se alcanza la máxima velocidad de carrera con una mínima o nula aceleración (3,5,6).

Demandas

En relación a los requerimientos durante la carrera de velocidad, se destaca lo siguiente:

  • Alta producción de fuerza horizontal hacia delante (7,8).
  • Combinación de movimientos: flexión-extensión cadera y rodilla.
  • Generación (aceleración) de grandes magnitudes de fuerza(horizontal) de reacción contra el suelo (7,8).
  • Fase de Máxima Velocidad : RFD, producción asimétrica de fuerza y fuerza máxima relativa(5).
  • Uso eficiente del CEA (5).
  • Coordinación intermuscular, los patrones de reclutamiento intramuscular y el control neuromuscular del torso (1,2,3,4).
  • Habilidad técnica para aplicar fuerza horizontal (ángulo de aplicación del GRF) (6).

Métodos de entrenamiento

Como consecuencia a lo comentado anteriormente, surgen varias propuestas de entrenamiento para mejorar y optimizar este medio de trabajo.

  1. Método basado en la relación Fuerza-Velocidad de acortamiento muscular (5): basado en la especificidad del método y su similitud con la técnica del sprint.
  2. Modalidades de entrenamiento para las cualidades de velocidad (9): sprint resistidos, sprint asistidos, sprint libres, trabajos de fuerza y pliometría.
  3. Petrakos et al., (6) enfocan dos métodos generales para la mejora del rendimiento del sprint:
    • Programas orientados haciala Fuerza y el Output de Potencia 
    • Programas orientados hacia el Output Físico (Ej, incrementando la producción de la triple extensión fuerza/potencia) y la Eficiencia del Output Físico (Ej, incrementando la aplicación de fuerza horizontal).
  4. El enfoque para aumentar la velocidad de Leyva et al. (3): entrenamiento de sprint específico junto con métodos no específicos. Entrenamiento Overload o Asistido y Overspeed o Resistido.

Tipos de Medios Resistidos

Trineo

En primer lugar, el arrastre con trineo consiste en un pequeño medio que se engancha a través de una cuerda a un arnés, y que el atleta sujeta a su cintura u hombros durante la carrera.Arrastres de Trineo

Paracaídas

El paracaídas es un elemento que se coloca tras el deportista, enganchado a la cintura del mismo.

Paracaídas

Chaleco lastrado

Los cinturones o chalecos lastrados son dispositivos que se colocan sobre el cuerpo del deportista, incrementando ligeramente el peso del mismo durante el sprint.

Chaleco lastrado

Carreras sobre arena de playa

En breves palabras, esta forma de entrenamiento se basa en desarrollar carreras de velocidad de corta distancia sobre la arena.

Carreras sobre arena

Cuestas

Por último, desarrollar carreras de velocidad de media y corta distancia sobre superficies inclinadas corresponde a los trabajos en cuesta.

Cuestas

Perfil fuerza-velocidad y fuerza-tiempo

Por un lado, el perfil fuerza-velocidad es la valoración de la manifestación de la fuerza mediante el pico de fuerza conseguido y el tiempo necesario para llegar a alcanzarlo en una acción dinámica (10).

Por otro lado, el perfil fuerza tiempo es la valoración de la manifestación de la fuerza mediante el pico de fuerza conseguido y el tiempo necesario para llegar a alcanzarlo en una acción estática o dinámica. Hablar de la curva f-t es lo mismo que hablar de fuerza explosiva o Ratio Force Development (10).

Importancia del perfil potencia-fuerza-velocidad

En relación a lo anterior, surge un concepto que se basa en relaciones de fuerza-velocidad y velocidad-potencia (11). Este perfil potencia-fuerza-velocidad lo forman una serie de variables claves (figura 1) para la optimización del rendimiento:

Árbol de decisionesFigura 1. Variables del perfil potencia-fuerza-velocidad (Morín y Samozino, 2016)
  • Los perfiles verticalesproporcionarán información sobre las capacidades físicas que se deben desarrollar para mejorar el rendimiento balístico de empuje y sobre los niveles máximos de fuerza y velocidad del sistema neuromuscular del atleta (11).
  • Los perfiles horizontalesproporcionarán información sobre el movimiento de aceleración de sprint específico y sobre qué características físicas o técnicas subyacentes limitan principalmente el rendimiento de sprint de cada individuo (11).

Claves del entrenamiento de los Medios Resistidos

  • La carga de entrenamiento debe ser similar a la usada en el entrenamiento estándar para el desarrollo de la máxima velocidad (1).
  • Los Medios Resistidos tienen características diferentes, por lo tanto, distintas adaptaciones (1,13).
  • La dirección de la resistencia aplicada al atleta es diferente dependiendo del medio resistido (diferentes efectos sobre la velocidad del atleta y la mecánica del sprint) (13).
  • Desarrollo de la Fase de aceleracióntrineo con cargas elevadas y sprint en cuesta (14).
  • Mejora de la Fase de máxima velocidad = arrastre de trineo con cargas bajas, chaleco lastrado y paracaídas (14).
  • Aumento de VTC-Pmax y/o disminución de FVimb.
  • Programa de entrenamiento diseñado para mejorar el rendimiento de la aceleración = HZT-Pmax (HZT-F0 y HZT-V0)(11).

Conclusiones de los Medios Resistidos

Para empezar, los Medios Resistidos son un método o forma de entrenamiento basados en aplicar una resistencia/sobrecarga a un movimiento o gesto deportivo a través de trineo, paracaídas, chaleco lastrado, arena de playa y cuestas. Por ello, el sprint(fase de aceleración y de velocidad máxima) será parte de estos movimientos entrenables a través de esas formas de trabajo.

Por otro lado, el sprint demanda una serie de requerimientos que deben ser organizados y planificados correctamente. Como consecuencia, surgen varias metodologías de entrenamiento: métodos basados en el perfil f-v; trabajos mediante sprints resistidos-asistidos-libres, fuerza y pliometría; programas generales orientados hacia la Fuerza y el Output de Potencia, el Output Físico y la Eficiencia del Output Físico; entrenamientos de sprint específico junto con métodos no específicos.

Finalmente, el perfil potencia-fuerza-velocidad nos proporciona información clave para la mejora del rendimiento deportivo. No obstante, revisar y organizar las demandas de cada método resistido, así como las mejores metodologías de trabajo, proporcionarán un punto de apoyo importante a los perfiles verticales y horizontales.

webinar medios resistidos

Bibliografía

  1. Alcaraz, P. E., Elvira, J. L., & Palao, J. M. (2009). Características y efectos de los métodos resistidos en el sprint. Cultura, Ciencia Deporte,4(12), 179-187.
  2. Martínez-Valencia, M. A., González-Ravé, J. M., Navarro Valdivielso, F., & Alcaraz, P. E. (2014). Efectos agudos del trabajo resistido mediante trineo: Una revisión sistemática. Cultura, Ciencia Y Deporte9(25).
  3. Leyva, W. D., Wong, M. A., & Brown, L. E. (2017). Resisted and Assisted Training for Sprint Speed: A Brief Review. Journal Physical Fitness, Medicine & Treatment in Sports, 1(1).
  4. Cross, M. R., Lahti, J., Brown, S. R., Chedati, M., Jimenez-Reyes, P., Samozino, P., … & Morin, J. B. (2018). Training at maximal power in resisted sprinting: Optimal load determination methodology and pilot results in team sport athletes. PloS one13(4).
  5. Alcaraz, P. E., Carlos-Vivas, J., Oponjuru, B. O., & Martínez-Rodríguez, A. (2018). The effectiveness of resisted sled training (RST) for sprint performance: a systematic review and meta-analysis. Sports Medicine, 1-23.
  6. Petrakos, G., Morin, J. B., & Egan, B. (2016). Resisted sled sprint training to improve sprint performance: A systematic review. Sports Medicine46(3), 381-400.
  7. Morin, J. B., Petrakos, G., Jiménez-Reyes, P., Brown, S. R., Samozino, P., & Cross, M. R. (2017). Very-heavy sled training for improving horizontal-force output in soccer players. International Journal of Sports Physiology and Performance12(6), 840-844.
  8. Morin, J. B. (2018). Improving acceleration performance in football players. JBMorin. Recuperado de https://jbmorin.net/2018/08/11/improving-acceleration-performance-in-football-players/
  9. Rumpf, M. C., Lockie, R. G., Cronin, J. B., & Jalilvand, F. (2016). Effect of different sprint training methods on sprint performance over various distances: A brief review. Journal of Strength and Conditioning Research30(6), 1767-1785.
  10. González-Badillo, J. J. y Ribas-Serna, J. (2002). Bases de la programación del entrenamiento de la fuerza. INDE: Barcelona.
  11. Morin, J. B., & Samozino, P. (2016). Interpreting power-force-velocity profiles for individualized and specific training. International Journal of Sports Physiology and Performance11(2), 267-272.
  12. Alcaraz, P. E., Palao, J. M., Elvira, J. L. L. & Linthorne, N. P. (2008). Effects of three types of resisted sprint training devices on the kinematics of sprinting at maximum velocity. Journal Strength Conditioning Research, 22(3), 890-897.
  13. Martínez-Valencia, A. (2013). Efectos agudos del entrenamiento resistido con arrastre de trineo. (Tesis Doctoral). Universidad de Castilla-La Mancha.

Fonte: Mundo Entrenaniento por Iván Sotelo Besada